28 novembro, 2007

Quem planta, colhe













Entre as largas folhas da videira, dourados cachos de “uva moscatel” amadurecem sem pressas no final do Verão.

Quantos desvelos e canseiras, "meninas dos meus olhos":

Regar, podar, levantar a parreira. Livrá-la de pragas e maus tempos...

O zumbido das abelhas, o calor do Sol e o doce aroma da fruta envolvem o vinhateiro que limpa o rosto
suado sorrindo...

Uvas que um dia, transformadas em perfumado e generoso vinho, bailarão na taça que ergo a ti, oh Natureza, Mãe de todos nós!


Um comentário:

Efigênia Coutinho disse...

Eugénia Tabosa, que momento poético gratificante em seu espaço cultural. Estou encantada, pois duma imagem, você reflete a poesia da alma, lindo sentir. Permita-me ser sua seguidora, e lhe convido a conhecer meus dois espaços, recém inaugurados , com admiração,
Efigênia Coutinho
Presidente Fundadora
Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores
AVSPE www.avspe.eti.br/